Se já não bastasse ser uma das mulheres mais elegantes do mundo, Nicole Kidman escolheu Balenciaga para o seu casamento com Keith Urban, em 2006. Nicholas Ghesquière não fez um vestido especial para ela, mas nem precisava, pois a coleção de primavera 2006 da grife era aquela com os vestidos de renda e tule perfeitos para uma noiva fashionista. Ele é um dos meus all time favourites!
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terça-feira, 6 de abril de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
O Perfume da Balenciaga
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Paris: um Roteiro
Este é um roteiro bem básico para curtir Paris, para quem já conhece os principais pontos turísticos (Louvre, Torre Eiffel, Notre Dame...) e gosta de caminhar pela cidade. Foi mais ou menos o que fiz nessa minha última visita e, claro, inclui vários programas ligados à moda. Vamos lá:
1º dia: passeio por St. Germain de Près. Gosto muito de ir ao Bon Marché conferir as novidades, já que ele é bem menos cheio que a Galeries Lafayette e a Printemps e o andar de estilistas contemporâneos é de babar (Balenciaga, Stella, Marni, Chloé...). Dali, siga pelo Blvd St. Germain até a Rue de Rennes, onde fica uma das H&Ms da cidade. Rue Du Bac, rue François 1er, Blvd Raspail, rue Bonaparte e a praça da igreja St. Sulpice estão nas adjacências e concentram várias lojas importantes: Sonia Rykiel, Prada, Diane von Furstenberg, Céline, Paul Smith e até a GAP.
Para comer, ande mais um pouquinho ou pegue o metrô para St. Michel. Há dois restaurantes lá que adoro: o Chez Clements ( 9 place St. André des Arts - 75005) que tem uma ótima decoração e pratos deliciosos e o Le Grand Bistro (7, rue St Severin – 75005) para fondue. O de 3 queijos é maravilhoso e serve 2 pessoas tranquilamente.
2º dia: o Museu Les Arts Décoratifs é sempre obrigatório para ver exposições de moda. Desta vez vi a da Madeleine Vionnet. O bom é que são 4 museus no mesmo espaço e o ingresso vale para todos: Musée de la Mode e du Textile, Arts Décoratifs, Publicité e Nissim de Camondo. A livraria que fica ao lado da entrada é indispensável.
Depois dos museus é hora de partir para a Rue St.Honoré e para a Faubourg St. Honoré. Comece pela Colette, claro, (obs: o restaurante do subsolo serve saladas e sanduíches muito bons) e antes de seguir em frente, atravesse a rua e vá até a Place du Marche St Honoré. Sabe o que tem lá? Marc by Marc Jacobs feminino, masculino e infantil. A loja feminina obviamente parece a Americanas na véspera de Natal mas sempre tem produtos incríveis e em conta.
Volte para a St.Honoré e delicie-se com as vitrines das grifes de luxo: Miu Miu, Lanvin, Givenchy, Prada (que está em reforma mas abriu uma loja provisória na rua), Alberta Ferretti etc. Em frente à Gucci há uma Ladurée. Vale a pena parar para comer os melhores macaroons do mundo. Antes disso, vale uma pausa na Place Vendôme (uma das mais lindas) para conferir as vitrines das joalherias e as pessoas circulando pelo Ritz. Logo depois vale um desvio na rue Cambon para conferir o QG da Chanel e a escadaria lendária, de onde madeimoselle assistia aos desfiles.
A caminhada pode te levar até o Champs Elysées, que é sempre bom de conferir à noite, com todas as luzes. Não sou muito fã de lá pois as calçadas estão sempre abarrotadas de gente, mas a vista do Arco do Triunfo é sempre inesquecível.
3º dia: o Grand Palais e o Petit Palais são construções da virada do século XX que funcionam como museus. O Grand também costuma abrigar os desfiles da Chanel e é dividido em vários espaços. O maior é uma construção com teto de ferro enorme. Na lateral, acontecem exposições de arte. Desta vez, vi uma de Renoir.
Pertinho dali está a av. Montaigne e um dos meus pedaços preferidos de Paris. Além de concentrar grifes de luxo e suas sedes (Louis Vuitton e Dior, por exemplo), tem o Hotel Plaza Athenée e cafés chiquérrimos. A fundação Pierre Bergé-Yves Saint Laurent fica na vizinhança, assim como o Museu Galliera, que de vez em quando faz exposições sobre moda. Se “perder” por ali é sempre uma delícia. Para finalizar, uma caminhada às margens do Sena.
4º dia: o museu Georges Pompidou tem um acervo de arte contemporânea de babar. Já tinha ido em outra viagem mas não vi tantas obras como agora. No primeiro andar estão as exposições temporárias, mas é no segundo que estão Picassos, Braques, Matisses, Chagalls... Suba até o último pavimento para conferir a vista de Paris. Se o dia estiver ensolarado, é de tirar o fôlego.
Ao sair dali, há algumas opções: compras na rue de Rivoli (H&M, Zara, Sephora, Parashop - uma farmácia só de cosméticos de marcas como La Roche, Vichy, Avène, Uriage) e um pulinho na BHV, uma loja de departamento do grupo Lafayette que tem de tudo: de materiais de construção a roupas de marcas famosas.
A segunda opção é partir para a Ile de St. Louis, que fica atrás da Notre Dame e é tão chique quanto famosa pela loja dos sorvetes Berthillon. Quase do lado deles está o restaurante St. Regis, um daqueles típicos franceses, porém com preços baratos (um prato custa em média 10 euros).
5º dia: a região da Opera concentra os grands magasins (Printemps e Galeries Lafayette), a Citadium, voltada ao streetwear, além de Sephora, Zara, H&M e, agora, a Uniqlo. A rede japonesa (17 rue Scribe – 75009) faz mais a linha da GAP, com básicos femininos e masculinos e a ótima linha em parceria com a Jil Sander. O bom é que as peças têm qualidade e são baratas.
Descendo a avenida da Opera, você chega até o Palais Royal que, como todo mundo sabe, concentra o brechó de Didier Ludot e as lojas de Marc Jacobs, Stella McCartney e Martin Margiela (que fica fora dos corredores). Pertinho dali há um ótimo restaurante italiano, o Poeta (31, rue de Richelieu – 75001). O dono é super simpático e a comida, uma delícia. Recomendo o spaghetti com frutos do mar. Para finalizar, um passeio pelo jardim das Tulleries faz a gente esquecer da vida.
6º dia: o Marrais, com suas lojinhas e pâtisseries, sem contar a Place des Vosges, é o SoHo de Paris. Na rua Francs Bourgeois estão os melhores endereços e lá é o único lugar onde as lojas abrem aos domingos. Depois que sair da praça, vire à esquerda e siga alguns quarteirões pelo Blvd Beaumarchais. Ali estão espalhadas raridades como as lojas de filatelia, de câmeras fotográficas e de gravuras antigas. No número 111 fica a hypada Merci.
O jantar pode rolar nos famosos Benoit (20, rue St. Martin – 75004) ou L’Ami Louis (32, rue de Vertbois – 75003)
Esse roteiro cobre, na minha opinião, o essencial de Paris. Aconselho um passeio até o Palácio de Versalhes (tem que pegar o RER em direção a Versailles Rive Gauche) que pode durar metade do dia. Não deixe de visitar os jardins e, se der tempo, o Trianon, que fica bem afastado da entrada. A Disney também é uma boa pedida (RER em direção a Marne-la-Vallée Chessy). São 2 parques (o Magic Kingdom e o Disney Studios Park) que podem ser visitados num só dia.
No mais, aproveite cada gole de vinho, refeição, docinhos, visões e caminhadas pela cidade, pois não há lugar no mundo para se sentir mais feliz!!!
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domingo, 3 de janeiro de 2010
Madeleine Vionnet: a Purista da Moda
Hoje fui na Exposição de Madeleine Vionnet no Les Arts Decoratifs. Fica até 31/01 e é absolutamente imperdível ver de pertinho sua técnica singular de compor uma roupa. Várias blusas não têm sequer cavas! E ela criava tudo em uma bonequinha, sem desenhos. Filmei partes da exposição, apesar dos videos estarem meio escuros.
Para quem não conhece o trabalho de Vionnet, aí vai um resumo:
Apesar de Vionnet não ter inventado o corte enviesado, tornou-se, sem dúvidas a mestra dessa técnica. Os tecidos que usava eram encomendados quase dois metros mais largos para esculpir os drapeados, o que era feito diretamente em suas manequins-miniaturas. Seu objetivo era conseguir forma e caimento perfeito, por isso suas peças quase não tinham costuras e cavas. Ela partia de formas geométricas, como quadrados e triângulos, para construir suas roupas que muitas vezes pareciam estranhas e amorfas, até serem vestidas e adquirirem os contornos do corpo feminino. Seus tecidos preferidos eram os mais maleáveis: seda, musseline, cetim e veludo, além do exclusivo crepe rosalba, desenvolvido pela fornecedora Bianchini-Ferier especialmente para Vionnet.
O auge da fama de Vionnet aconteceu entre o fim da década de 20 e o começo dos anos 30, quando o glamour hollywoodiano atingia o seu ápice e os vestidos de cetim, inspirados em seus modelos, eram perfeitos para as telas de cinema. Além dos lindos vestidos longos de corte enviesado, ela divulgou bastante a gola capuz e a frente-única em suas criações. Preocupada com o plágio, fotografava todas as suas peças de frente, de perfil e de costas e arquivava tudo num “livro de direitos ao autor”. Chegou a gravar suas digitais nas etiquetas também.
Madeleine aposentou-se em 1939 e morreu em 1975, com 98 anos. Entre os seus admiradores estão Azzedine Alaïa, Issey Miyake, Vivienne Westwood e o mestre Cristobal Balenciaga, que a considerava um gênio. Até hoje, nenhum estilista conseguiu ir além nas técnicas de alta-costura. Vionnet não é famosa como Chanel, mas suas criações para a moda são consideradas verdadeiras obras de arte.
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Semana de Paris: dia 01/10 – Balenciaga, Nina Ricci e Balmain
Balenciaga: Nicolas Ghesquière é o exemplo perfeito do que separa o prêt-à-porter de luxo do fast fashion, ou seja, um trabalho único e artesanal de tecidos. Em uma coleção de “volta às origens”, como ele mesmo disse, estavam lá todos os elementos que puseram a grife de novo nos trilhos: influências street e esportiva (meio hip hop meio box), calças skinny (o que parecia jeans na verdade era um couro vegetal) e peças com cortes e vazados estratégicos, de materiais tão contrastantes quanto couro e chifon. Sem falar nas mini saias pregueadas/plissadas, nos toques de cores vibrantes (amarelo, laranja, turquesa, verde-menta) sobre os neutros cinza e preto e, nos sapatos, sempre um caso à parte – botas-sandália trançadas, absolutamente incríveis!!! Veja mais no Modalogia
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
O Perfume da Balenciaga


A Balenciaga vai ter um perfume! Oba! A grife fechou um acordo com a Coty para a criação e distribuição da primeira fragrância da marca, que só deve chegar ao mercado em 2010. Eu adoro ficar imaginando como será o cheiro desses perfumes de grifes tão importantes. Sempre espero a tradução do estilo para o aroma, o que no caso da Balenciaga seria um cheio meio futurista???? misturado a notas que exalem a perfeição das formas... Já aguardo ansiosamente....
domingo, 5 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
We'll always have Paris!
Não sei se é porque ainda me sinto espiritualmente em Paris, mas estou com a sensação de que esta temporada de moda é uma das melhores e mais agitadas dos últimos anos. Tirando a angústia com a crise americana, as passarelas estão repletas de looks incríveis - comercialmente viáveis porém com substância criativa e o glamour de sempre, que só Paris tem.
Mais uma vez, o que foi aquela coleção de Nicolas Ghesquière para a Balenciaga? O que são aquelas jaquetas furta-cor? E Hussein Chalayan? Estampas de carros batidos como metáfora dos tempos ultra velozes que vivemos. O cara é um gênio! Adorei o filme-desfile de Viktor & Rolf com Shalom Harlow como modelo. Vi as fotos no style.com porque no site deles demora um século pra carregar. A proposta ainda é nova e polêmica, mas pode ser um caminho alternativo nesse interminável crescimento das semanas de moda.
A festa de 40 anos de carreira para Sonia Rykiel também foi um ponto alto: da primeira fila às modelos, todo mundo parecia se divertir horrores. Agora, quem deve ter se divertido mesmo foi Sacha Baron Cohen com seu Bruno. Depois de invadir Milão, ele estava na segunda fila da Stella McCartney (quero toda a coleção!) impagável.
Depois da notícia chocante da saída de Alessandra Facchinetti (sério, qual será o problema dela?) da Valentino, tô torcendo pela estréia de Hannah McGibbon amanhã na Chloé. Espero que ela acerte na mão e nas vendas pois depois que a festa acabar, é a hora de prestar contas.... Lembrem-se: there's no free lunch. Mesmo no mundo da moda.
sábado, 30 de agosto de 2008
Caiu um Lenço....


Por Mirela Lacerda
Quando Nicolas Ghesquière, da Balenciaga, desfilou o seu outono/inverno 2007, em fevereiro do ano passado, os comentários sobre como ele conseguiu traduzir toda a multiplicidade étnica do mundo contemporâneio foram unânimes. Sem dúvida, foi uma das coleções mais influentes dos últimos anos: uniu prêt-a-porter de luxo e streetwear maravilhosamente bem e trouxe uma série de peças largamente copiadas.
Por que estou falando disso? Simples. É só olhar para um lenço "palestino" que imediatamente lembro do desfile e fico analisando os efeitos devastadores de uma tendência. Acho que nenhum lugar do mundo ficou livre da massificação desses lencinhos. Primeiro foi na Europa, depois nos outros países e, claro, no Brasil. Neste último inverno, perdi a conta de quantas pessoas vi usando o acessório. Cansou, mas passou rápido, pensei. Ledo engano. Essa semana olhando as vitrines, encontrei novas versões, em geral lisas do tal lenço e o GNT Fashion fez uma reportagem especial. Aiiiiiiiiiiiii... jura?
Confesso que tenho uma certa implicância com lenços e acessórios que ficam soltos pelo corpo. Mas o que mais me irrita é ver essa pasteurização, o uso indiscriminado por pessoas que não fazem a mais vaga idéia do significado daquilo (sim, os palestinos usam não porque acham bonitinhos) e compram simplesmente por "estar na moda". Não, não e não concordo!
Se você faz isso, pare neste minuto e vá ler um livro sobre Estilo pessoal (Chic, O Essencial). Depois reflita sobre a sua vida, o seu guarda-roupa e tente conhecer um pouco dos problemas do Oriente Médio de quebra também, afinal moda é cultura geral... Se mesmo assim, você chegar à conclusão de que os keffiehs são pra você, ótimo. Use sempre, ainda que ninguém mais aguente olhar pra eles. Se não é o caso, guarde correndo no fundo do armário e prometa que nunca mais vai pensar neles, nem se um legítimo lenço Balenciaga cair em suas mãos.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Revistas de Setembro: Vogue








Por Mirela Lacerda
Apesar de eu ter achado a capa da Vogue de setembro lastimável, o editorial, fotografado em Berlim com Keira Knightley, está incrível (obrigada, Mario Testino!). As fotos arrasam e o looks (Prada, Lanvin, YSL, Louis Vuitton, Miu Miu, Balenciaga...) são tudo o que quero vestir agora: estruturados, elegantes e inteligentes (nada de vestidinhos boho-bobinhos). Já estou super ansiosa para ler a revista inteira!
Ps: o style.com, a "a casa" virtual da Vogue está de cara nova. Se você ainda não conferiu, corre lá: www.style.com/vogue

quarta-feira, 14 de maio de 2008
Cannes: Capital da Moda

Por Mirela Lacerda
Filmes? O Festival de Cannes é mesmo um grande desfile a céu aberto e também entre quatro paredes, tamanho o número de eventos fashion. Julianne Moore, Cate Blanchett, Scarlett Johansson, Angelina Jolie, Lucy Liu, Christina Ricci, Penélope Cruz, Ziyi Zhang, Mischa Barton e Natalie Portman (que também é jurada) são algumas das atrizes presentes e que vão desfilar pelo red carpet vestidas por Giorgio Armani, Roberto Cavalli, Louis Vuitton e Alberta Ferretti, entre outros nomes.
As tops Linda Evangelista, Eva Herzigova, Milla Jovovich e Bar Rafaeli também marcam presença, assim como Eva Longoria e Eva Mendes. A Fendi participa do amfAR, a joalheria Chopard promove um coquetel para o novo filme de Woody Allen ("Vicky Cristina Barcelona") e a Agnès b oferece uma festa para o fotógrafo Bruce Weber e seu documentário "Let's Get Lost." Madonna também vai exibir um documentário sobre os órfãos de Malawi. Balenciaga e Bottega Veneta acabam de abrir novas lojas na cidade. Um filme sobre Valentino vai ser lançado no festival, a Tod's mostra sua campanha com Gwyneth Paltrow e há um engarrafamento de mega iates no porto!!! Mais glamour, impossível!
Enquanto as fotos de tudo isso não são divulgadas, relembre os melhores momentos da história do Festival (Kate Moss, de Narciso Rodriguez, ao lado de Johnny Depp é o meu preferido!), com a retrospectiva do style.com
sexta-feira, 2 de maio de 2008
Loja de McQueen em LA

Por Mirela Lacerda
Não, não é um boneco de um filme de ficção científica e sim o "manequim" da nova loja de Alexander McQueen em Los Angeles. O cyborg fica no topo da loja e foi criado pelo artista Robert Bryce Muir inspirado no Cristo Redentor aqui do Rio. Todas as lojas do estilista tem um clima futurista, mas a de LA se superou! Parece que a cidade dos anjos é o lugar onde os estilistas e arquitetos piram quando projetam seus espaços. A loja da Prada, na Rodeo Drive, não tem vitrine, a recém-inaugurada butique da Balenciaga também é um show de arquitetura e agora a do McQueen parece um filme sci-fi. Será uma tendência?
quarta-feira, 26 de março de 2008
Templos de Conceito


Por Mirela Lacerda
Como todo mundo sabe, a loja de uma grife é uma continuação do seu conceito e quanto mais poderosa ela for, mais incrível deve ser o ambiente da loja. Por isso, entrar na nova loja da Givenchy, em Paris, e na nova da Balenciaga, em Los Angeles promete ser uma experiência inesquecível. A Hint Mag mostrou um pouquinho das duas. Inspire-se!
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Uma aula de moda com Nicolas Ghesquière
Por Mirela Lacerda
Suzy Menkes entrevistou Nicolas Ghesquière para o IHT Style. O bate-papo é uma verdadeira aula de moda, da herança de Cristobal Balenciaga ao desenvolvimento da coleção que foi desfilada ontem. O estilista também fala dos planos futuros, que incluem a abertura de uma loja eco-friendly em Los Angeles. Vale muito a pena assistir:
Suzy Menkes entrevistou Nicolas Ghesquière para o IHT Style. O bate-papo é uma verdadeira aula de moda, da herança de Cristobal Balenciaga ao desenvolvimento da coleção que foi desfilada ontem. O estilista também fala dos planos futuros, que incluem a abertura de uma loja eco-friendly em Los Angeles. Vale muito a pena assistir:
Semana de Moda de Paris - Balenciaga
Por Mirela Lacerda
Marc Jacobs falou em austeridade. Miuccia Prada também. Agora é a vez de Nicolas Ghesquière para a Balenciaga dar a cartada final para o clima da estação. Para o próximo outono/inverno, ele fez um mix entre os acervos da maison e suas coleções recentes. Abrindo o desfile, looks arquitetônicos (como a coleção de outono 2006), com pepluns, quadris destacados, saias com aberturas frontais, casacos ovo em couro envernizado vermelhos e pretos e jaquetas de mangas arredondadas. Depois vieram as calças retas e secas (primavera 2006), jaquetas meio armadura, meio sci-fi (primavera 2007) e estampas florais abstratas (primavera 2008). Tudo isso, com tecidos tecnológicos e modelagem impecável. Para deixar tudo ainda mais perfeito, jóias nos pulsos e nos pescoços das modelos!

Marc Jacobs falou em austeridade. Miuccia Prada também. Agora é a vez de Nicolas Ghesquière para a Balenciaga dar a cartada final para o clima da estação. Para o próximo outono/inverno, ele fez um mix entre os acervos da maison e suas coleções recentes. Abrindo o desfile, looks arquitetônicos (como a coleção de outono 2006), com pepluns, quadris destacados, saias com aberturas frontais, casacos ovo em couro envernizado vermelhos e pretos e jaquetas de mangas arredondadas. Depois vieram as calças retas e secas (primavera 2006), jaquetas meio armadura, meio sci-fi (primavera 2007) e estampas florais abstratas (primavera 2008). Tudo isso, com tecidos tecnológicos e modelagem impecável. Para deixar tudo ainda mais perfeito, jóias nos pulsos e nos pescoços das modelos!

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