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sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O Perfume da Balenciaga



A Balenciaga vai ter um perfume! Oba! A grife fechou um acordo com a Coty para a criação e distribuição da primeira fragrância da marca, que só deve chegar ao mercado em 2010. Eu adoro ficar imaginando como será o cheiro desses perfumes de grifes tão importantes. Sempre espero a tradução do estilo para o aroma, o que no caso da Balenciaga seria um cheio meio futurista???? misturado a notas que exalem a perfeição das formas... Já aguardo ansiosamente....
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sábado, 30 de agosto de 2008

Caiu um Lenço....




Por Mirela Lacerda

Quando Nicolas Ghesquière, da Balenciaga, desfilou o seu outono/inverno 2007, em fevereiro do ano passado, os comentários sobre como ele conseguiu traduzir toda a multiplicidade étnica do mundo contemporâneio foram unânimes. Sem dúvida, foi uma das coleções mais influentes dos últimos anos: uniu prêt-a-porter de luxo e streetwear maravilhosamente bem e trouxe uma série de peças largamente copiadas.

Por que estou falando disso? Simples. É só olhar para um lenço "palestino" que imediatamente lembro do desfile e fico analisando os efeitos devastadores de uma tendência. Acho que nenhum lugar do mundo ficou livre da massificação desses lencinhos. Primeiro foi na Europa, depois nos outros países e, claro, no Brasil. Neste último inverno, perdi a conta de quantas pessoas vi usando o acessório. Cansou, mas passou rápido, pensei. Ledo engano. Essa semana olhando as vitrines, encontrei novas versões, em geral lisas do tal lenço e o GNT Fashion fez uma reportagem especial. Aiiiiiiiiiiiii... jura?

Confesso que tenho uma certa implicância com lenços e acessórios que ficam soltos pelo corpo. Mas o que mais me irrita é ver essa pasteurização, o uso indiscriminado por pessoas que não fazem a mais vaga idéia do significado daquilo (sim, os palestinos usam não porque acham bonitinhos) e compram simplesmente por "estar na moda". Não, não e não concordo!
Se você faz isso, pare neste minuto e vá ler um livro sobre Estilo pessoal (Chic, O Essencial). Depois reflita sobre a sua vida, o seu guarda-roupa e tente conhecer um pouco dos problemas do Oriente Médio de quebra também, afinal moda é cultura geral... Se mesmo assim, você chegar à conclusão de que os keffiehs são pra você, ótimo. Use sempre, ainda que ninguém mais aguente olhar pra eles. Se não é o caso, guarde correndo no fundo do armário e prometa que nunca mais vai pensar neles, nem se um legítimo lenço Balenciaga cair em suas mãos.

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domingo, 5 de outubro de 2008

Semana de Moda de Paris: Tendencinhas - Futurismo

Alexander McQueen
Hussein Chalayan
Balenciaga
Balenciaga

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sexta-feira, 3 de outubro de 2008

We'll always have Paris!

Não sei se é porque ainda me sinto espiritualmente em Paris, mas estou com a sensação de que esta temporada de moda é uma das melhores e mais agitadas dos últimos anos. Tirando a angústia com a crise americana, as passarelas estão repletas de looks incríveis - comercialmente viáveis porém com substância criativa e o glamour de sempre, que só Paris tem.
Balenciaga
Mais uma vez, o que foi aquela coleção de Nicolas Ghesquière para a Balenciaga? O que são aquelas jaquetas furta-cor? E Hussein Chalayan? Estampas de carros batidos como metáfora dos tempos ultra velozes que vivemos. O cara é um gênio! Adorei o filme-desfile de Viktor & Rolf com Shalom Harlow como modelo. Vi as fotos no style.com porque no site deles demora um século pra carregar. A proposta ainda é nova e polêmica, mas pode ser um caminho alternativo nesse interminável crescimento das semanas de moda.

Hussein Chalayan

A festa de 40 anos de carreira para Sonia Rykiel também foi um ponto alto: da primeira fila às modelos, todo mundo parecia se divertir horrores. Agora, quem deve ter se divertido mesmo foi Sacha Baron Cohen com seu Bruno. Depois de invadir Milão, ele estava na segunda fila da Stella McCartney (quero toda a coleção!) impagável.

Viktor & Rolf
Depois da notícia chocante da saída de Alessandra Facchinetti (sério, qual será o problema dela?) da Valentino, tô torcendo pela estréia de Hannah McGibbon amanhã na Chloé. Espero que ela acerte na mão e nas vendas pois depois que a festa acabar, é a hora de prestar contas.... Lembrem-se: there's no free lunch. Mesmo no mundo da moda.

Sonia Rykiel
Stella McCartney

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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Semana de Paris: dia 01/10 – Balenciaga, Nina Ricci e Balmain



Balenciaga: Nicolas Ghesquière é o exemplo perfeito do que separa o prêt-à-porter de luxo do fast fashion, ou seja, um trabalho único e artesanal de tecidos. Em uma coleção de “volta às origens”, como ele mesmo disse, estavam lá todos os elementos que puseram a grife de novo nos trilhos: influências street e esportiva (meio hip hop meio box), calças skinny (o que parecia jeans na verdade era um couro vegetal) e peças com cortes e vazados estratégicos, de materiais tão contrastantes quanto couro e chifon. Sem falar nas mini saias pregueadas/plissadas, nos toques de cores vibrantes (amarelo, laranja, turquesa, verde-menta) sobre os neutros cinza e preto e, nos sapatos, sempre um caso à parte – botas-sandália trançadas, absolutamente incríveis!!! Veja mais no Modalogia

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O Perfume da Balenciaga


O primeiro perfume da Balenciaga by Nicolas Ghesquière já foi lançado na França. O frasco é inspirado nos clássicos vestidos do mestre espanhol e a fragrância tem notas de violeta. Charlotte Gainsbourg, musa de Nicolas, também foi referência na criação e será o rosto da campanha. Compare:





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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Semana de Moda de Paris - Balenciaga

Por Mirela Lacerda

Marc Jacobs falou em austeridade. Miuccia Prada também. Agora é a vez de Nicolas Ghesquière para a Balenciaga dar a cartada final para o clima da estação. Para o próximo outono/inverno, ele fez um mix entre os acervos da maison e suas coleções recentes. Abrindo o desfile, looks arquitetônicos (como a coleção de outono 2006), com pepluns, quadris destacados, saias com aberturas frontais, casacos ovo em couro envernizado vermelhos e pretos e jaquetas de mangas arredondadas. Depois vieram as calças retas e secas (primavera 2006), jaquetas meio armadura, meio sci-fi (primavera 2007) e estampas florais abstratas (primavera 2008). Tudo isso, com tecidos tecnológicos e modelagem impecável. Para deixar tudo ainda mais perfeito, jóias nos pulsos e nos pescoços das modelos!





domingo, 3 de janeiro de 2010

Madeleine Vionnet: a Purista da Moda



Hoje fui na Exposição de Madeleine Vionnet no Les Arts Decoratifs. Fica até 31/01 e é absolutamente imperdível ver de pertinho sua técnica singular de compor uma roupa. Várias blusas não têm sequer cavas! E ela criava tudo em uma bonequinha, sem desenhos. Filmei partes da exposição, apesar dos videos estarem meio escuros.

Para quem não conhece o trabalho de Vionnet, aí vai um resumo:


 Madeleine Vionnet conseguia transformar tecidos em verdadeiras esculturas. Nascida no interior da França, em 1876, aos 11 anos já era aprendiz de costureira e aos 18 já tinha casado e se divorciado. Após um curto período em Londres, retornou a Paris onde foi trabalhar na Callot Souers, em 1901, e com Jacques Doucet, em 1907. Abriu sua própria maison em 1912, mas quando I Guerra estourou na Europa foi obrigada a fechá-la. A reabertura aconteceu em 1918.



Apesar de Vionnet não ter inventado o corte enviesado, tornou-se, sem dúvidas a mestra dessa técnica. Os tecidos que usava eram encomendados quase dois metros mais largos para esculpir os drapeados, o que era feito diretamente em suas manequins-miniaturas. Seu objetivo era conseguir forma e caimento perfeito, por isso suas peças quase não tinham costuras e cavas. Ela partia de formas geométricas, como quadrados e triângulos, para construir suas roupas que muitas vezes pareciam estranhas e amorfas, até serem vestidas e adquirirem os contornos do corpo feminino. Seus tecidos preferidos eram os mais maleáveis: seda, musseline, cetim e veludo, além do exclusivo crepe rosalba, desenvolvido pela fornecedora Bianchini-Ferier especialmente para Vionnet.



O auge da fama de Vionnet aconteceu entre o fim da década de 20 e o começo dos anos 30, quando o glamour hollywoodiano atingia o seu ápice e os vestidos de cetim, inspirados em seus modelos, eram perfeitos para as telas de cinema. Além dos lindos vestidos longos de corte enviesado, ela divulgou bastante a gola capuz e a frente-única em suas criações. Preocupada com o plágio, fotografava todas as suas peças de frente, de perfil e de costas e arquivava tudo num “livro de direitos ao autor”. Chegou a gravar suas digitais nas etiquetas também.


Madeleine aposentou-se em 1939 e morreu em 1975, com 98 anos. Entre os seus admiradores estão Azzedine Alaïa, Issey Miyake, Vivienne Westwood e o mestre Cristobal Balenciaga, que a considerava um gênio. Até hoje, nenhum estilista conseguiu ir além nas técnicas de alta-costura. Vionnet não é famosa como Chanel, mas suas criações para a moda são consideradas verdadeiras obras de arte.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Uma aula de moda com Nicolas Ghesquière

Por Mirela Lacerda

Suzy Menkes entrevistou Nicolas Ghesquière para o IHT Style. O bate-papo é uma verdadeira aula de moda, da herança de Cristobal Balenciaga ao desenvolvimento da coleção que foi desfilada ontem. O estilista também fala dos planos futuros, que incluem a abertura de uma loja eco-friendly em Los Angeles. Vale muito a pena assistir:

sábado, 9 de fevereiro de 2008

NYFW -- Marc Jacobs








Por Mirela Lacerda

Em toda temporada, tem 3 dias que considero especiais. O dia seguinte dos desfiles da Prada, Marc Jacobs e Balenciaga. Acordo e ligo correndo o computador porque sei que eles sempre vão surpreender. Ontem à noite fiquei pensado o que Marc Jacobs ia mostrar desta vez, se o desfile ia atrasar como na última coleção e se a Suzy Menkes ia detonar o show por isso. O desfile não atrasou (estava marcado para as19h e começou às 19h15, ou seja, no mundo da moda é praticamente começar adiantado) e tio Marc deixou todo mundo encantado. Seu outono/inverno é o oposto da primavera/verão, mas ao mesmo tempo é tudo tão coerente, tão a cara dele...(veja o timeline de seus desfiles no Style.com que você vai me entender). Acho que isso é que diferencia seu trabalho e o de Miuccia Prada. Não sou lá muito fã de unanimidades, mas não dá para discordar: eles merecem todo o prestígio do mundo pois sabem renovar a moda de verdade.


Bem, vamos ao desfile. As palavras de MJ eram: calma, glamour, casual, mulheres bonitas. E assim foi. Nada de peles à mostra, nada de transparências. Roupas estruturadas, tons pastel e neutros (cinza, azul claro, verde menta, creme), um pouco de dourado e prateado, comprimentos abaixo dos joelhos e midis, muitos casacos em forma de casulo, camisas fechadas até o colarinho, suéteres, vestidos retos de mangas compridas, calças de pregas (uma modelagem que ele explora bastante), broches enormes, chapéus by Stephen Jones, bolsas médias discretas (a essência da estação), punhos e colarinhos bordados, botas (já deve ter lista de espera), pulseiras e anéis incríveis e o Sonic Youth dando um show ao vivo! Depois dos 500 desfiles da semana, todos os jornalistas e fotógrafos devem ter saído de lá com aquela sensação de “valeu a pena”.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Paris: um Roteiro

Este é um roteiro bem básico para curtir Paris, para quem já conhece os principais pontos turísticos (Louvre, Torre Eiffel, Notre Dame...) e gosta de caminhar pela cidade. Foi mais ou menos o que fiz nessa minha última visita e, claro, inclui vários programas ligados à moda. Vamos lá:

1º dia: passeio por St. Germain de Près. Gosto muito de ir ao Bon Marché conferir as novidades, já que ele é bem menos cheio que a Galeries Lafayette e a Printemps e o andar de estilistas contemporâneos é de babar (Balenciaga, Stella, Marni, Chloé...). Dali, siga pelo Blvd St. Germain até a Rue de Rennes, onde fica uma das H&Ms da cidade. Rue Du Bac, rue François 1er, Blvd Raspail, rue Bonaparte e a praça da igreja St. Sulpice estão nas adjacências e concentram várias lojas importantes: Sonia Rykiel, Prada, Diane von Furstenberg, Céline, Paul Smith e até a GAP.

Para comer, ande mais um pouquinho ou pegue o metrô para St. Michel. Há dois restaurantes lá que adoro: o Chez Clements ( 9 place St. André des Arts - 75005) que tem uma ótima decoração e pratos deliciosos e o Le Grand Bistro (7, rue St Severin – 75005) para fondue. O de 3 queijos é maravilhoso e serve 2 pessoas tranquilamente.

2º dia: o Museu Les Arts Décoratifs é sempre obrigatório para ver exposições de moda. Desta vez vi a da Madeleine Vionnet. O bom é que são 4 museus no mesmo espaço e o ingresso vale para todos: Musée de la Mode e du Textile, Arts Décoratifs, Publicité e Nissim de Camondo. A livraria que fica ao lado da entrada é indispensável.


Depois dos museus é hora de partir para a Rue St.Honoré e para a Faubourg St. Honoré. Comece pela Colette, claro, (obs: o restaurante do subsolo serve saladas e sanduíches muito bons) e antes de seguir em frente, atravesse a rua e vá até a Place du Marche St Honoré. Sabe o que tem lá? Marc by Marc Jacobs feminino, masculino e infantil. A loja feminina obviamente parece a Americanas na véspera de Natal mas sempre tem produtos incríveis e em conta.

Volte para a St.Honoré e delicie-se com as vitrines das grifes de luxo: Miu Miu, Lanvin, Givenchy, Prada (que está em reforma mas abriu uma loja provisória na rua), Alberta Ferretti etc. Em frente à Gucci há uma Ladurée. Vale a pena parar para comer os melhores macaroons do mundo. Antes disso, vale uma pausa na Place Vendôme (uma das mais lindas) para conferir as vitrines das joalherias e as pessoas circulando pelo Ritz. Logo depois vale um desvio na rue Cambon para conferir o QG da Chanel e a escadaria lendária, de onde madeimoselle assistia aos desfiles.

A caminhada pode te levar até o Champs Elysées, que é sempre bom de conferir à noite, com todas as luzes. Não sou muito fã de lá pois as calçadas estão sempre abarrotadas de gente, mas a vista do Arco do Triunfo é sempre inesquecível.


3º dia: o Grand Palais e o Petit Palais são construções da virada do século XX que funcionam como museus. O Grand também costuma abrigar os desfiles da Chanel e é dividido em vários espaços. O maior é uma construção com teto de ferro enorme. Na lateral, acontecem exposições de arte. Desta vez, vi uma de Renoir.

Pertinho dali está a av. Montaigne e um dos meus pedaços preferidos de Paris. Além de concentrar grifes de luxo e suas sedes (Louis Vuitton e Dior, por exemplo), tem o Hotel Plaza Athenée e cafés chiquérrimos. A fundação Pierre Bergé-Yves Saint Laurent fica na vizinhança, assim como o Museu Galliera, que de vez em quando faz exposições sobre moda. Se “perder” por ali é sempre uma delícia. Para finalizar, uma caminhada às margens do Sena.

4º dia: o museu Georges Pompidou tem um acervo de arte contemporânea de babar. Já tinha ido em outra viagem mas não vi tantas obras como agora. No primeiro andar estão as exposições temporárias, mas é no segundo que estão Picassos, Braques, Matisses, Chagalls... Suba até o último pavimento para conferir a vista de Paris. Se o dia estiver ensolarado, é de tirar o fôlego.

Ao sair dali, há algumas opções: compras na rue de Rivoli (H&M, Zara, Sephora, Parashop - uma farmácia só de cosméticos de marcas como La Roche, Vichy, Avène, Uriage) e um pulinho na BHV, uma loja de departamento do grupo Lafayette que tem de tudo: de materiais de construção a roupas de marcas famosas.
A segunda opção é partir para a Ile de St. Louis, que fica atrás da Notre Dame e é tão chique quanto famosa pela loja dos sorvetes Berthillon. Quase do lado deles está o restaurante St. Regis, um daqueles típicos franceses, porém com preços baratos (um prato custa em média 10 euros).

5º dia: a região da Opera concentra os grands magasins (Printemps e Galeries Lafayette), a Citadium, voltada ao streetwear, além de Sephora, Zara, H&M e, agora, a Uniqlo. A rede japonesa (17 rue Scribe – 75009) faz mais a linha da GAP, com básicos femininos e masculinos e a ótima linha em parceria com a Jil Sander. O bom é que as peças têm qualidade e são baratas.

Descendo a avenida da Opera, você chega até o Palais Royal que, como todo mundo sabe, concentra o brechó de Didier Ludot e as lojas de Marc Jacobs, Stella McCartney e Martin Margiela (que fica fora dos corredores). Pertinho dali há um ótimo restaurante italiano, o Poeta (31, rue de Richelieu – 75001). O dono é super simpático e a comida, uma delícia. Recomendo o spaghetti com frutos do mar. Para finalizar, um passeio pelo jardim das Tulleries faz a gente esquecer da vida.



6º dia: o Marrais, com suas lojinhas e pâtisseries, sem contar a Place des Vosges, é o SoHo de Paris. Na rua Francs Bourgeois estão os melhores endereços e lá é o único lugar onde as lojas abrem aos domingos. Depois que sair da praça, vire à esquerda e siga alguns quarteirões pelo Blvd Beaumarchais. Ali estão espalhadas raridades como as lojas de filatelia, de câmeras fotográficas e de gravuras antigas. No número 111 fica a hypada Merci.

O jantar pode rolar nos famosos Benoit (20, rue St. Martin – 75004) ou L’Ami Louis (32, rue de Vertbois – 75003)

Esse roteiro cobre, na minha opinião, o essencial de Paris. Aconselho um passeio até o Palácio de Versalhes (tem que pegar o RER em direção a Versailles Rive Gauche) que pode durar metade do dia. Não deixe de visitar os jardins e, se der tempo, o Trianon, que fica bem afastado da entrada. A Disney também é uma boa pedida (RER em direção a Marne-la-Vallée Chessy). São 2 parques (o Magic Kingdom e o Disney Studios Park) que podem ser visitados num só dia.

No mais, aproveite cada gole de vinho, refeição, docinhos, visões e caminhadas pela cidade, pois não há lugar no mundo para se sentir mais feliz!!!

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Revistas de Setembro: Vogue









Por Mirela Lacerda

Apesar de eu ter achado a capa da Vogue de setembro lastimável, o editorial, fotografado em Berlim com Keira Knightley, está incrível (obrigada, Mario Testino!). As fotos arrasam e o looks (Prada, Lanvin, YSL, Louis Vuitton, Miu Miu, Balenciaga...) são tudo o que quero vestir agora: estruturados, elegantes e inteligentes (nada de vestidinhos boho-bobinhos). Já estou super ansiosa para ler a revista inteira!

Ps: o style.com, a "a casa" virtual da Vogue está de cara nova. Se você ainda não conferiu, corre lá: www.style.com/vogue

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